quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Soneto de Fidelidade



"De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure."


(Marcus Vinicius da Cruz de Mello Moraes)

2 comentários:

Ana Paula Abranches disse...

s2...


Eu estou bem demais e pelo visto a sua vida tbm vai muito bem... rsrs

Vinícius Rocha Zocolotti disse...

aiai...nem comento, n tenho envergadura moral para comentar...ahahhaha

;O*