sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Minha teoria do não objeto.


Começo a acreditar nos remédios...
Nas bombas naturais, o mundo em chamas.
O mundo chora.


O que as instalações, esculturas de Rodin, teorias de superfície da imagem são agora?

Começo a acreditar nos remédios, a fulga do nosso presente.

Agora começo a entender ...
Meus objetos existem, mas não se podem ver, as consequências que são visíveis...
Entre eles existem o espaço, a dimensão, o caos.
Meu mundo chora...

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